T.S.

Mabe Bethônico

2017

Isbn 9788567769127
128 páginas
15,5 x 23 cm
Português/ inglês
500 exemplares numerados 

Série Ponto e vírgula 

Seleção Melhores fotolivros publicados em 2017 – Revista Zum.

R$60,00

Mabe Bethônico

Belo Horizonte, mg, 1966.
Vive e trabalha em Belo Horizonte.
Representada pelas galerias/ Celma Albuquerque, Marília Razuk.
Individuais recentes: br 122: notícias de viagens à caatinga, Mariliza Razuk [São Paulo, 2016]. Participou da/ participated in Bienal de São Paulo [2006 e 2008].

Mabe trabalha com arquivos e instituições, criando ficções e viabilizando debates por meio de publicações, palestras e instalações. No livro, conta a história de T.S., suíço que teve grande exposição na cena artística brasileira, mas que foi apagado da história oficial. Mabe reúne uma farta documentação sobre o pintor, mas aplica uma tarja branca sobre seu nome.

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“A história da relação artística entre Zurique e São Paulo foi marcada, ao longo dos últimos sessenta anos, pela arte concreta de Zurique (Konkrete Kunst), especialmente pela obra de Max Bill. Mas existe outra história sobre essa troca cultural: a de um pintor que buscava o infinito esférico em obras monocromáticas. Se esse artista não teve sucesso em Zurique, onde não fazia esforço para se integrar a nenhuma cena artística, enquanto era ignorado pelo circuito vigente da arte concreta, no Brasil, ele fez exposições nos mais importantes museus: Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP, em 1959), Museu de Arte de São Paulo (MASP, em 1978) e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ, em 1982).

[…] de volta à Suíça, ele anunciou que não mais produziria, ainda que tenha posteriormente participado de exposições, com trabalhos existentes. O Brasil significou o fim da carreira artística de T.S. que, após essa experiência traumática no MAM-RJ, tampouco retornaria ao país.

[…]

Artistas e obras são negligenciados, seja porque alguns artistas em vida preferem isolamento, como posição em favor da dedicação à obra, em detrimento da sociabilidade exigida pela prática cultural, seja porque, no curso do tempo, representantes de instituições são levados a esquecer. Por outro lado,   situações igualmente incidentais levam obras e artistas ao destaque e à permanência.”

Mabe Bethônico

Belo Horizonte, mg, 1966.
Lives and works in Belo Horizonte.
Represented by the galleries Celma Albuquerque, Marília Razuk.
Latest solo shows: br 122: notícias de viagens à caatinga, Mariliza Razuk [São Paulo, 2016]. Participou da/ participated in Bienal de São Paulo [2006 e 2008]. 

Mabe works on archives and institutions, creating fiction works and enabling the debate by means of publications, speeches and installations. In the book, she tells us the story of T.S., a Swiss citizen who received a lot of exposure in the Brazilian artistic scene, but that was erased from the official history.

 

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